sexta-feira, 30 de maio de 2008

Politica ambiental da UE

Em que consiste a politica ambiental?
A politica ambiental da UE, surge como uma exigência dos nossos tempos, esta tem como objectivo/desafio o equilíbrio entre o desenvolvimento económico, o progresso social e a protecção do ambiente, para que se consiga uma melhor qualidade de vida das pessoas, agora e futuro mais longínquo, de forma a promover o desenvolvimento sustentável.

Porquê uma política ambiental comum?

Foi constituída uma política ambiental comum com a finalidade de homogeneizar os problemas que têm aparecido no mundo actual mais concretamente na União Europeia. Esta política tem como finalidade, controlar as diversas políticas ambientais dos países membros, ou seja, tem como objectivo, evitar diferenças existentes entre legislações promovendo assim um mercado concorrencial mais justo.
As questões ambientais assumem nos dias de hoje uma grande preocupação global sobre as políticas ambientais, para isso, a União Europeia viu-se forçada a reforçar a sua posição em relação a esta política, porque os problemas dos outros também são mais tarde ou mais cedo nossos problemas.


Fonte:http://joana.girante.googlepages.com/23deNovembro2006_PolAmbiental.doc

Fiz este post, porque acho estas duas perguntas extremamentes interessantes,e importantes, quanto a questões anbientais temos de ter cada vez mais atenção, porque não estamos só a por em causa o nosso futuro, mas sim o dos nossos descendestes.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Reflexão critica:

Boas caro colegas! :D
Então aqui vai a minha reflecção critica, em relação a este segundo periodo..
Mudei bastante o meu comprotamento, aquelas converças com a colega do lado terminaram, porque no inicio deste segundo periodo fiz uma promessa ao professor e estou a cumprila, considero que apesar de etr faltado algumas vezes por ter estado doente,o meu empenho e dedicação para com a disciplina foi bem positivo.
Ao longo deste periodo fui-me apercebendo que a turma em geral se encontra bem mais interessada e empenhada nos webfólios, e por sua vez estão a ficar cada vez mais completos, interessante e dinamicos.

Os maiores cumprimentos para todos vós..

terça-feira, 11 de março de 2008

Contrates Urbanos

Apesar de ser um tema da unidade do programa anterior resolvemos partilhar esta informação, com os elementos da turma e não só, devido ao facto de termos testemunhado um destes grandes problemas urbanos. É um trabalho realizado a par porque visto que nos encontravamos juntos durante a sua realização seria injusto ficar só para um dos elementos.


Em visita ao tio da Mara que se encontra internado no IPO de Coimbra e ao passear pela cidade, eu e a Mara deparamo-nos com um daqueles que consideramos um dos problemas das áreas urbanas – grandes contrastes da sociedade. Reparamos que na mesma rua, de costas umas para as outras existiam de um lado grandes e loxuosas casas [foto1] e da parte de trás dessa mesma rua casas humildes[foto2], muitas delas construídas com materiais pouco adequados, como por exemplo telhados construídos com latão.

Em conversa com uma senhora que vivia nessas casas mais pobres e de costas para casas grandes e luxuosas ela comenta, encontrava-se á porta de casa a dar milho aos pombos selvagens que lá aparecem todos os dias pela mesma hora para se alimentarem [Foto 3], que: “É como se não fossemos vizinhos, passam por nós como se não fossemos ninguém! Fingem que não nos vêm, dão demasiada importância ao estatuto social!”.
É triste saber que, nos dias de hoje, ainda se encontram casos como estes, grande descriminação da parte de toda a sociedade perante estas pessoas com menos posses. Infelizmente é muito comum, quando acontece algo de mal, culparem sempre os mais pobres. Por vezes até podem ser estes a faze-lo pois dedivo á falta de posses têm que lutar contra a fome, porém, muitas outras vezes estes não fizeram nada de mal mas, apenas por serem mais pobres e não terem com que se defender, as culpas caiem-lhes em cima.

Trabalho realizado por Joaquim Vinagre e Mara Constancio

As fotos referentes a este post iremos publicar só amanha, pois ainda se encontram na maquina. É importante revelar que todas as fotografias que tiramos foi com autorização dos proprietários e das pessoas que se encontram presentes nas fotos.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Play me

plug in baby - muse

Caso concreto: Nazaré Intrega rede Urbana para valorização do Patrimonio Religioso

Nazaré integra rede urbana para valorização do património religioso:

A Nazaré pretende valorizar a vertente do turismo religioso, através da apresentação de uma candidatura dedicada ao tema "Os Santuários – Pólos de convergência e dinamização cultural das cidades". Esta candidatura surge no âmbito de uma Rede Urbana de Competitividade e Inovação, que junta as localidades de Nazaré, Ourém, Leiria, Santarém e Almada num projecto de cooperação para valorização do seu território, tendo como ponto de partida os seus santuários.Na proposta aprovada na semana passada pelo executivo nazareno, refere-se que “os santuários marianos europeus se relacionam directamente com a internacionalização, competitividade e inovação” dos locais onde se inserem. Assim, a Nazaré decidiu integrar esta rede, com o objectivo de desenvolver “plataformas de diálogo entre cidades e actores urbanos com vista à reflexão estratégica sobre temáticas partilhadas”, bem como “projectos concretos de cooperação” e lançar as bases de “um programa estratégico que fundamente uma futura candidatura” no âmbito dos Planos de Ordenamento Regionais e da Política das Cidades POLIS XXI.Para tal, a autarquia nazarena vai preparar, em articulação com os municípios aderentes, um conjunto de acções preparatórias que visam a constituição desta rede, baseada num conceito de cooperação entre cidade que, embora geograficamente distantes, procuram valorizar elementos patrimoniais comuns e criar um cluster de actividades ou factores específicos que beneficiem do reforço de complementaridades interurbanas, aumentando a sua competitividade e a sua afirmação nacional e internacional.Estas acções preparatórias, cujas candidaturas devem ser apresentadas até 16 de Novembro, podem receber uma compensação financeira da Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano até ao limite de 100 mil euros, para apoio técnico à animação da rede, acções de benchmarking ou concepção de material promocional, por exemplo.As Redes Urbanas para a Competitividade e Inovação são um instrumento que visa promover a formulação de estratégias de cooperação e a constituição de redes de cidades com massa crítica suficiente para atrair e desenvolver novas funções urbanas e actividades inovadoras e, assim, ganhar projecção internacional.

In:http://www.oesteonline.pt/

Resolvemos postar este artigo do gornal do oeste devido ao facto de ser da nossa zona, e ainda por realçar o facto de esta localidade inrequecer a sua rede urbana com o objectivo de valorizar o seu patrimonio relizioso.

Trabalho realizado por : Joaquim Vinagre e Mara Constancio.

Redes urbanas

Existem diversos tipos de redes urbanas. As principais diferenças decorrem de três factores:
- Importância relativa de cada uma das aglomerações, avaliada tanto do ponto de vista demográfico como funcional;
- Extensão e intensidade das respectivas áreas de influência;
- Grau de internacionalização.

Do ponto de vista dos primeiros critérios, é possível identificar dois tipos opostos de redes urbanas. Num extremo, colocam-se as redes urbanas fortemente centralizadas e rigidamente hierarquizadas, em que a aglomeração principal se destaca não só pela elevada população que possui mas sobretudo pelo leque diversificado e qualificado de actividades, recursos e funções de nível nacional que concentra.
No pólo oposto colocam-se as redes urbanas em que as aglomerações principais mantêm uma posição demográfica relativamente equilibrada e uma complementaridade funcional e económica significativa. A rede urbana da Holanda, de natureza polinuclear, ilustra bem esta situação. Neste caso, Amesterdão, Haia, Roterdão e Utrecht, embora com totais populacionais diferentes, completam-se de tal forma que constituem, no seu conjunto, uma região urbana relativamente coesa e com visibilidade própria: o Randstad.

No caso de portugal:
A rede urbana portuguesa aproxima-se do primeiro modelo. O peso de Lisboa, demográfico mas sobretudo funcional, é bem conhecido. A AML concentra pouco mais de 26 % da população do continente, mas cerca de 43% das bibliotecas e dos hospitais privados e mais de metade das actividades de I&D ou do investimento directo estrangeiro.
A concentração de pessoas, actividades, qualificações, equipamentos e infra-estruturas na Área Metropolitana de Lisboa há muito que foi identificada. Em 1966, uma obra significativamente intitulada "Portugal, país macrocéfalo" apresentava numerosos indicadores quantificados que confirmavam o elevado grau de concentração de recursos estratégicos para o desenvolvimento na região de Lisboa. A concentração metropolitana que acompanhou o processo de modernização da economia e da sociedade portuguesas ocorrido ao longo dos anos 60 facilitou a transposição, para Portugal, do debate então muito aceso em terras gaulesas sobre Paris e o deserto francês. Portugal é Lisboa e o resto é paisagem? Uma comparação com outras redes urbanas europeias não desmente a forte concentração demográfica e funcional na área de Lisboa, mas permite matizar o seu significado e questionar alguns juízos de valor que se foram generalizando ao nível da opinião pública.

Resolvemos publicar este “texto”, porque, apesar de não ser totalmente nacional ilustra bem as redes urbanas e a sua importância. E claro, também é referente a Portugal mais precisamente Lisboa comparando-a com com outras cidades europeias , realçando também um tema debatido na aula : a Macrocefalia.

Trabalho realizado por Joaquim Vinagre e por Mara Constancio.

Jogo