sexta-feira, 30 de maio de 2008
Conclusão do Webfólio
Grande Abraço para todos e boas férias!
Politica ambiental da UE
A politica ambiental da UE, surge como uma exigência dos nossos tempos, esta tem como objectivo/desafio o equilíbrio entre o desenvolvimento económico, o progresso social e a protecção do ambiente, para que se consiga uma melhor qualidade de vida das pessoas, agora e futuro mais longínquo, de forma a promover o desenvolvimento sustentável.
Porquê uma política ambiental comum?
Foi constituída uma política ambiental comum com a finalidade de homogeneizar os problemas que têm aparecido no mundo actual mais concretamente na União Europeia. Esta política tem como finalidade, controlar as diversas políticas ambientais dos países membros, ou seja, tem como objectivo, evitar diferenças existentes entre legislações promovendo assim um mercado concorrencial mais justo.
As questões ambientais assumem nos dias de hoje uma grande preocupação global sobre as políticas ambientais, para isso, a União Europeia viu-se forçada a reforçar a sua posição em relação a esta política, porque os problemas dos outros também são mais tarde ou mais cedo nossos problemas.
Fonte:http://joana.girante.googlepages.com/23deNovembro2006_PolAmbiental.doc
Fiz este post, porque acho estas duas perguntas extremamentes interessantes,e importantes, quanto a questões anbientais temos de ter cada vez mais atenção, porque não estamos só a por em causa o nosso futuro, mas sim o dos nossos descendestes.
quinta-feira, 13 de março de 2008
Reflexão critica:
Então aqui vai a minha reflecção critica, em relação a este segundo periodo..
Mudei bastante o meu comprotamento, aquelas converças com a colega do lado terminaram, porque no inicio deste segundo periodo fiz uma promessa ao professor e estou a cumprila, considero que apesar de etr faltado algumas vezes por ter estado doente,o meu empenho e dedicação para com a disciplina foi bem positivo.
Ao longo deste periodo fui-me apercebendo que a turma em geral se encontra bem mais interessada e empenhada nos webfólios, e por sua vez estão a ficar cada vez mais completos, interessante e dinamicos.
Os maiores cumprimentos para todos vós..
terça-feira, 11 de março de 2008
Contrates Urbanos
Em visita ao tio da Mara que se encontra internado no IPO de Coimbra e ao passear pela cidade, eu e a Mara deparamo-nos com um daqueles que consideramos um dos problemas das áreas urbanas – grandes contrastes da sociedade. Reparamos que na mesma rua, de costas umas para as outras existiam de um lado grandes e loxuosas casas [foto1] e da parte de trás dessa mesma rua casas humildes[foto2], muitas delas construídas com materiais pouco adequados, como por exemplo telhados construídos com latão.
Em conversa com uma senhora que vivia nessas casas mais pobres e de costas para casas grandes e luxuosas ela comenta, encontrava-se á porta de casa a dar milho aos pombos selvagens que lá aparecem todos os dias pela mesma hora para se alimentarem [Foto 3], que: “É como se não fossemos vizinhos, passam por nós como se não fossemos ninguém! Fingem que não nos vêm, dão demasiada importância ao estatuto social!”.
É triste saber que, nos dias de hoje, ainda se encontram casos como estes, grande descriminação da parte de toda a sociedade perante estas pessoas com menos posses. Infelizmente é muito comum, quando acontece algo de mal, culparem sempre os mais pobres. Por vezes até podem ser estes a faze-lo pois dedivo á falta de posses têm que lutar contra a fome, porém, muitas outras vezes estes não fizeram nada de mal mas, apenas por serem mais pobres e não terem com que se defender, as culpas caiem-lhes em cima.
Trabalho realizado por Joaquim Vinagre e Mara Constancio
As fotos referentes a este post iremos publicar só amanha, pois ainda se encontram na maquina. É importante revelar que todas as fotografias que tiramos foi com autorização dos proprietários e das pessoas que se encontram presentes nas fotos.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Caso concreto: Nazaré Intrega rede Urbana para valorização do Patrimonio Religioso
Nazaré integra rede urbana para valorização do património religioso:
A Nazaré pretende valorizar a vertente do turismo religioso, através da apresentação de uma candidatura dedicada ao tema "Os Santuários – Pólos de convergência e dinamização cultural das cidades". Esta candidatura surge no âmbito de uma Rede Urbana de Competitividade e Inovação, que junta as localidades de Nazaré, Ourém, Leiria, Santarém e Almada num projecto de cooperação para valorização do seu território, tendo como ponto de partida os seus santuários.Na proposta aprovada na semana passada pelo executivo nazareno, refere-se que “os santuários marianos europeus se relacionam directamente com a internacionalização, competitividade e inovação” dos locais onde se inserem. Assim, a Nazaré decidiu integrar esta rede, com o objectivo de desenvolver “plataformas de diálogo entre cidades e actores urbanos com vista à reflexão estratégica sobre temáticas partilhadas”, bem como “projectos concretos de cooperação” e lançar as bases de “um programa estratégico que fundamente uma futura candidatura” no âmbito dos Planos de Ordenamento Regionais e da Política das Cidades POLIS XXI.Para tal, a autarquia nazarena vai preparar, em articulação com os municípios aderentes, um conjunto de acções preparatórias que visam a constituição desta rede, baseada num conceito de cooperação entre cidade que, embora geograficamente distantes, procuram valorizar elementos patrimoniais comuns e criar um cluster de actividades ou factores específicos que beneficiem do reforço de complementaridades interurbanas, aumentando a sua competitividade e a sua afirmação nacional e internacional.Estas acções preparatórias, cujas candidaturas devem ser apresentadas até 16 de Novembro, podem receber uma compensação financeira da Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano até ao limite de 100 mil euros, para apoio técnico à animação da rede, acções de benchmarking ou concepção de material promocional, por exemplo.As Redes Urbanas para a Competitividade e Inovação são um instrumento que visa promover a formulação de estratégias de cooperação e a constituição de redes de cidades com massa crítica suficiente para atrair e desenvolver novas funções urbanas e actividades inovadoras e, assim, ganhar projecção internacional.
Resolvemos postar este artigo do gornal do oeste devido ao facto de ser da nossa zona, e ainda por realçar o facto de esta localidade inrequecer a sua rede urbana com o objectivo de valorizar o seu patrimonio relizioso.
Trabalho realizado por : Joaquim Vinagre e Mara Constancio.
Redes urbanas
- Importância relativa de cada uma das aglomerações, avaliada tanto do ponto de vista demográfico como funcional;
- Extensão e intensidade das respectivas áreas de influência;
- Grau de internacionalização.
Do ponto de vista dos primeiros critérios, é possível identificar dois tipos opostos de redes urbanas. Num extremo, colocam-se as redes urbanas fortemente centralizadas e rigidamente hierarquizadas, em que a aglomeração principal se destaca não só pela elevada população que possui mas sobretudo pelo leque diversificado e qualificado de actividades, recursos e funções de nível nacional que concentra.
No pólo oposto colocam-se as redes urbanas em que as aglomerações principais mantêm uma posição demográfica relativamente equilibrada e uma complementaridade funcional e económica significativa. A rede urbana da Holanda, de natureza polinuclear, ilustra bem esta situação. Neste caso, Amesterdão, Haia, Roterdão e Utrecht, embora com totais populacionais diferentes, completam-se de tal forma que constituem, no seu conjunto, uma região urbana relativamente coesa e com visibilidade própria: o Randstad.
No caso de portugal:
A rede urbana portuguesa aproxima-se do primeiro modelo. O peso de Lisboa, demográfico mas sobretudo funcional, é bem conhecido. A AML concentra pouco mais de 26 % da população do continente, mas cerca de 43% das bibliotecas e dos hospitais privados e mais de metade das actividades de I&D ou do investimento directo estrangeiro.
A concentração de pessoas, actividades, qualificações, equipamentos e infra-estruturas na Área Metropolitana de Lisboa há muito que foi identificada. Em 1966, uma obra significativamente intitulada "Portugal, país macrocéfalo" apresentava numerosos indicadores quantificados que confirmavam o elevado grau de concentração de recursos estratégicos para o desenvolvimento na região de Lisboa. A concentração metropolitana que acompanhou o processo de modernização da economia e da sociedade portuguesas ocorrido ao longo dos anos 60 facilitou a transposição, para Portugal, do debate então muito aceso em terras gaulesas sobre Paris e o deserto francês. Portugal é Lisboa e o resto é paisagem? Uma comparação com outras redes urbanas europeias não desmente a forte concentração demográfica e funcional na área de Lisboa, mas permite matizar o seu significado e questionar alguns juízos de valor que se foram generalizando ao nível da opinião pública.
Resolvemos publicar este “texto”, porque, apesar de não ser totalmente nacional ilustra bem as redes urbanas e a sua importância. E claro, também é referente a Portugal mais precisamente Lisboa comparando-a com com outras cidades europeias , realçando também um tema debatido na aula : a Macrocefalia.
Trabalho realizado por Joaquim Vinagre e por Mara Constancio.
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
1 - Quais são os principais problemas urbanísticos da cidade de Faro?
Faro necessita urgentemente de espaços de lazer. Verificamos, a cada dia que passa, o aumento da oferta ao nível da habitação, porém esse aumento não é acompanhado por um aumento de áreas de “descompressão” do tecido urbano para usufruto da população. À excepção do Jardim da Alameda e da Mata do Liceu, as pessoas simplesmente não têm para onde ir. Falta, entre muitas outras coisas, um amplo espaço verde na proximidade imediata da cidade. Parece-me errado propô-lo para a área do Parque das Cidades, pois é muito distante do núcleo urbano. Será porventura uma solução a considerar quando os tecidos urbanos de Faro e Loulé se aproximarem desse espaço. Porém, a julgar pela distância que está de Faro e pelo seu padrão de desenvolvimento, ainda se irão passar algumas décadas até que isso aconteça.
Há outros problemas que também requerem solução. Um desses problemas é o estacionamento na Avenida 5 de Outubro, totalmente descaracterizada com os seus corredores desprovidos de sentido, factor provocado pela confusão de automóveis permanentemente estacionados nesses passeios. Os peões são obrigados a andar literalmente encostados às paredes dos edifícios, enquanto alguém circula de automóvel nesse espaço à procura lugar de estacionamento, diga-se que ilegal.
Há ainda o espartilhamento da cidade causado pela via-férrea, que impede usufruir da Ria enquanto espaço natural da cidade.
Há também a necessidade urgente de dinamizar a Zona Histórica de Faro, procurar alternativas ao seu uso actual, ao invés de a tornar numa espécie de museu ou “arquivo morto”, muitas vezes também sinónimo de desertificação. Há que encontrar outro destino diferente do actual, que é um parque de estacionamento soberbamente enquadrado urbanisticamente. O uso a que presentemente se destina não faz qualquer sentido quando, a apenas 5 ou 6 minutos a pé, há o estacionamento do Largo de S. Francisco.
Existem problemas de outra ordem que também influenciam negativamente o dia-a-dia de todos nós. A este nível podemos falar da generalizada falta de qualidade do chão onde pisamos e a sua falta de planeamento. Em algumas áreas são visíveis 3 ou 4 tipos diferentes de pavimento em meia dúzia de metros quadrados. Há especialistas que defendem uma “arquitectura do chão”, pois é através dele que também percepcionamos sensorialmente o mundo que nos rodeia. Há que haver sensibilidade de quem planeia o chão das nossas cidades para inúmeras questões, entre elas a acessibilidade a pessoas com mobilidade condicionada. Muitas vezes verificamos que a largura de um passeio até está bem dimensionada, porém, pelo meio existem uma série de postes de iluminação, sinais de trânsito,depósitos de materiais para reciclar, ainda as elevadas pendentes, as depressões que desequilibram quem neles circula, etc. Faltam alinhamentos entre equipamentos urbanos, muitos dos passeios das nossas cidades parecem uma pista de obstáculos ou palco para uma qualquer gincana. Esta fraca qualidade do chão não tem origem somente no seu deficiente planeamento, é também causada pela fraca capacidade técnica de quem os executa ou então de quem os fiscaliza. É possível executar um passeio para que, dali a meia dúzia de anos, não tenha uma série de buracos, nem a sua pendente para escoamento das águas pluviais pareça o declive de uma qualquer montanha.
Não se pense, no entanto, que estes problemas não existem na maior parte das cidades do nosso país, pois só recentemente foram despertadas as consciências para o problema da qualidade da vida urbana.
2 - Em termos urbanísticos, como é que classificaria a situação da cidade de Faro?
Na minha opinião, a cidade de Faro necessita de uma visão e consequentemente uma intervenção globalizante.
Parece-me uma total falta de ambição, aceitar-se pura e simplesmente que Faro não tem vocação ou potencial turístico. Essa resignação não faz sentido, não tivesse Faro o núcleo histórico que tem, nem a proximidade à Ria e/ou a Ilha de Faro que também se verifica. Julgo até poder afirmar que Faro tem tanto ou mais potencial que outras cidades do litoral algarvio. Como se costuma dizer “tem sol, praia e mar”, mas não só. Tem história, tem pequenos núcleos urbanos bastante interessantes na sua periferia, tem campo, equipamentos desportivos recentes que urge potenciar, uma universidade ainda em expansão e um aeroporto que rapidamente a conecta ao resto do mundo.
Muitas das intervenções na cidade acontecem com base no orçamento disponível naquele determinado momento para investir. Primeiro avalia-se o montante disponível e depois projecta-se a obra com base nessa disponibilidade. O problema é que uma solução nesses moldes nunca dá uma resposta eficaz às necessidades reais. Talvez se devesse pensar numa resposta eficaz a um determinado problema, depois avaliar os custos dessa operação, verificar a disponibilidade financeira da autarquia e então procurar investimento dos quadros comunitários de apoio, particulares, programa POLIS, etc., e só se decidir pela redução da intervenção necessária, quando se tiverem esgotado todas as demais possibilidades. Será também necessário que se avalie o investimento, se verifique até que ponto é vital para a cidade e se haverão ou não outros investimentos prioritários.
O potencial de Faro é enorme, mas falta motivação, falta a clarificação da estratégia para a cidade. Não se compreende o rumo da cidade. Necessitamos urgentemente desse conceito de desenvolvimento urbano globalizante, necessitamos de identificar prioridades que consigo tragam outros investimentos. A minha sensação é que andamos à deriva.
No entanto esperam-se algumas melhorias com a revisão do PDM, processo já iniciado mas que durará alguns anos a ser desenvolvido. Espero que contenha uma estratégia que suprima muitos dos problemas identificados e que acima de tudo proponha um conceito de desenvolvimento urbano e um conceito de cidade.
3 - Houve, ou não, atropelos ao estabelecido no PDM de 1995? 4- Em caso afirmativo, quais são as situações mais gritantes? 5 - Porque razões aconteceram esses atropelos? 6 - De quem foi a responsabilidade?
Bastará ter um pouco de sensibilidade para verificar que há casos em que foram permitidas densidades ou volumetrias construtivas absolutamente absurdas, proximidades entre edifícios mínimas, talvez até mesmo ilegais. Porém, vezes demais, a lei, os PDM, os Regulamentos, etc., são pouco específicos ou “esquecem-se” de definir certos aspectos e permitem interpretações distintas da parte de quem analisa. Outras há em que, a bem do desenvolvimento da região, uma autarquia aprova algo que não estava definido, não sendo obrigatoriamente má escolha ou opção. Dizer-se que é ou não um atropelo pode muitas vezes ser apenas uma questão de ponto de vista.
Não vou afirmar se houveram ou não atropelos ao PDM de 1995, até porque na linha daquilo que acredito, não é pela condenação pública que se resolverão os problemas existentes. Como diz o ditado “o que está feito, feito está.” Se tivermos em linha de conta que desde então passaram pelo menos 3 executivos camarários, com políticas diferentes para o território, prioridades e interesses distintos, então também saberemos que, a haver atropelos ou culpas a atribuir, é bastante difícil fazê-lo a alguém especificamente, muito menos sem provas concretas. Penso que será importante ao actual e futuros executivos, definirem uma estratégia clara e uma visão global, com verdadeiros objectivos de desenvolvimento, capaz de ser continuada por outros, independentemente das cores políticas e que tenha como objectivo primordial a própria cidade.
7- Em sua opinião qual era intervenção mais urgente para melhorar o ambiente urbano da cidade?
É difícil escolher uma intervenção em particular, pois cada uma tem as suas especificidades. Penso que seria fundamental haver um plano de pormenor alargado a toda a frente ribeirinha.
No seguimento do que já referi anteriormente penso que será essencial “libertar” a cidade do actual constrangimento que a linha do caminho-de-ferro lhe provoca. Defendi a sua deslocalização para uma circular mais a Norte, porém há opiniões que defendem a conversão do actual troço num metro de superfície. Pelo contacto que tive com algumas situações semelhantes, o metro ligeiro de superfície entre Faro e Olhão seria perfeitamente viável e integrável urbanisticamente, com riscos mínimos para os peões e claros benefícios para a população. Mais benefício trará se, por exemplo, esse metro de superfície se estender ao pólo Universitário da Penha, às Gambelas, necessariamente ao aeroporto e quiçá à Ilha de Faro.
Esta intervenção traria o espaço natural mais perto da cidade e permitiria requalificar urbanisticamente toda a frente ribeirinha. Esse novo espaço urbano de frente ribeirinha poderia articular com um novo porto de recreio, a localizar-se na proximidade do actual porto comercial. Poder-se-ia atribuir a determinadas áreas voltadas à ria, uma clara vocação habitacional com edificações de baixa densidade construtiva. 3
Junto ao Teatro Municipal, poder-se-ia prever a localização de um conjunto de hotéis de luxo voltados à ria, bem como um centro de congressos. Por que não orientar Faro para a temática dos congressos internacionais? Não faria todo o sentido dada a proximidade do aeroporto? Ainda se articularia com uma “grande área jardim” da cidade, passo a polémica, talvez “roubada” à Ria, numa área de território a requalificar no triângulo resultante entre o limite a nascente do Montenegro e o limite sul de Faro.
Estrategicamente uma intervenção desta dimensão e dessa natureza traria bastantes benefícios à cidade. Traria turismo, congressos, relacioná-la-ia e aproximaria o centro da periferia e certamente que com o turismo haveria mais investimento. Esse investimento permitiria intervir noutras áreas da cidade que não podem ficar esquecidas.
Quem conseguir dar esse passo fará história e fará com que Faro se afirme, sem quaisquer dúvidas, como uma moderna capital de distrito, com clara vocação turística à semelhança de outras cidades algarvias. É hora de encontrar um rumo para Faro.
in:http://www.miguelcaetano.com/pdf/texto4.pdf
Resolvi "postar" esta intervista pois é um exemplo concreto dos problemas urbanisticos que uma cidade pode enfrentar, neste caso Faro.
Area Metropolitana do Porto

Mapa da AMP.
Constituem actualmente a Grande Área Metropolitana do Porto 14 Municípios: Espinho, Gondomar, Maia, Matosinhos, Porto, Póvoa de Varzim, Valongo, Vila do Conde e Vila Nova de Gaia integravam a anterior Área Metropolitana do Porto, tendo-se posteriormente juntado a este grupo os Municípios de Arouca, Santa Maria da Feira, S. João da Madeira, Trofa e Santo Tirso. A respectiva adesão foi aprovada na reunião da Assembleia Metropolitana do Porto de 28 de Janeiro de 2005, passando a Grande Área Metropolitana do Porto a ser constituída por 14 Municípios.
A Grande área Metropolitana do Porto ocupa uma área de 1.575 Km2, contando, actualmente, com uma população aproximada de 1.570.800 habitantes, nela se concentrando cerca de metade da riqueza criada na Região do Norte.
O reforço das suas capacidades organizacionais com o objectivo de captar a inovação e de atrair novas actividades é uma das apostas a que, nesta fase, a Grande Área Metropolitana do Porto atribui particular atenção e que pretende implementar em regime de parceria com os agentes económicos e sociais metropolitanos de modo a, pela conjugação de esforços, potenciar o dinamismo da sociedade civil.
from:www.amp.pt
Mapa da AMP.
A minha opinião:
Resolvi escolher este "artigo" porque defendo que não devemos abordar apenas a AML mas também a AMP, no meu ver, como esta é a mais distante, e a que menos conhecemos e temos acesso,tem muito mais interesse e valor a explorar-mos e conhecer-mos.DEvido a isso, resolvi ainda introduzir o mapa desta area metropolitana de forma a que possamos saber os seus limites e os concelhos/cidades que lhe pertencem.
Reflexão Critica
não ter motivado muito o estudo, no meu ver, acho que toda a turma consegiu superar essa barreira e obter bons resultados. Ao longo deste segundo periodo espero conseguir
manter e claro, pelo que depender do me esforço e empenha, subir os meus resultados.
Quanto aos nossos webfolios, e embora ao inicio a turma não estivesse muito motivada todos se empenharam em melhora-lo e aprender mais sobre como trabalhar com ele.
Eu esforcei-me pra isso e como tal, durante as férias, consegui por o contador, o relógio e o "mapa relógio" e verifiquei que com um pouco de empenho e de dedicação
mesmo aquilo de que podemos menos gostar se pode tornar divertido e interessante.
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Relatório
Para obter dados estatísticos sobre a evolução da população fomos pesquisar ao motor de busca ‘Google’ onde encontramos a evolução da taxa de urbanização da cidade de Évora. O que nos despertou a atenção visto ser interessante observar-mos se o processo de litoralização continua a ter muita influência no interior do nosso pai. Mas, devido a problemas com o computador perdemos toda essa informação e apesar do nosso esforço não conseguimos recuperar os dados dessa localidade. Sendo assim, começamos a pesquisar sobre outras localidades.Encontramos diversos dados mas nenhuns deles nos eram úteis para este trabalho. Seguidamente com a ajuda do professor encontramos dados da evolução do número de cidades de 2003 até 2005.E, para melhor conseguir-mos fazer a análise dos dados construímos um gráfico de barras.Desenvolvimento e conclusão:Ao analisar este gráfico concluímos que, embora nas regiões autónomas o nº de cidades se tenha mantido estável ao longo do tempo, no continente houve um ligeiro aumento do numero de cidades , passando-se assim, de 141 cidades existentes em Portugal no ano de 2003 para 150 cidades, no mesmo lugar, no ano de 2005.
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Douro Vindimas (máquina que substitui 70 homens)

A Barrere é uma máquina de grandes dimensões, alugada pela Real Companhia Velha (RCV) a uma empresa francesa, que pelo segundo ano consecutivo está a vindimar na Quinta Casal da Granja, no planalto de Alijó, mesmo no coração da região duriense.
Esta máquina está a complementar o trabalho de dezenas de vindimadores, a maioria disponibilizados pelo empreiteiro agrícola Agripenaguião, que estão a trabalhar para a RCV naquela quinta.
"Para fazer o corte que a máquina faz seriam precisos 70 vindimadores", afirmou à Lusa o técnico da RCV, Sérgio Soares.
Soares acrescentou que a RCV é uma das poucas quintas do Douro a requisitar os serviços da Barrere.
Segundo salientou, para além da maior rapidez e do preço inferior à mão-de-obra, a máquina pode trabalhar de noite e durante várias horas seguidas.
Um único operador conduz a Barrere, cuja altura permite passar por cima das videiras de forma a que os batedores laterais (tipo tubos de plástico) façam cair os vagos numa espécie de conchas, transportando-os para a parte superior, onde o lixo é separado e as uvas depositadas em tambores, que depois são despejados nas carrinhas e tractores.
Sérgio Soares referiu que a primeira experiência com a Barrere foi feita, em 2006, em 15 hectares de vinha e o resultado foi tão positivo que este ano a RCV voltou a alugar a máquina para vindimar 40 hectares dos 160 da Quinta Casal da Granja.
Mas, para a máquina vindimar, é necessário que o terreno seja plano, que os esteiros das vinhas sejam de pau ou alumínio, o primeiro arame do valado tem que estar a uma altura superior aos 50 centímetros e tem que ser feita uma poda de cordão.
O objectivo da empresa, segundo o técnico, é que, daqui a 10 anos, a vinha na Quinta da Granja seja quase toda renovada e mecanizada, para que "a máquina de vindimar possa ir a quase todo o lado".
Algumas vindimadoras seguem atentamente o trabalho da máquina, tendo como função apanhar os poucos cachos que ficam para trás.
Apesar de ocupar o lugar dos vindimadores, estas mulheres não acreditam que um dia as máquinas substituam por completo o trabalho do homem na vinha.
O caseiro da quinta, Eduardo Pires, também há 20 anos a trabalhar para a Real Companhia Velha, vê a Barrere "como uma coisa boa".
"Cada vez é mais difícil arranjar quem queira trabalhar", afirma.
O trabalho na vinha começa em Novembro e só acaba em Outubro, durando quase um ano.
No entanto, e segundo Eduardo Pires, "dá sempre um "gostinho especial" ver as videiras "carregadinhas" de uvas na altura de vindimar.
Fernanda Leite, com 37 anos, está pelo 21º ano consecutivo a cortar uvas na Quinta Casal da Granja, um trabalho que diz não gostar muito porque é "muito sujo".
E a se a máquina de vindimar ainda é uma novidade neste local, o mesmo não se pode dizer dos robôs que substituem a pisa a pé nos lagares de granito ou das cubas de inox onde é feita a fermentação mecânica.
A maior parte dos grandes vitivinicultores da mais antiga região demarcada do mundo estão já a recorrer aos novos equipamentos tecnológicos para a vinificação do vinho.
Na Quinta do Noval, junto ao Pinhão, são oito os lagares tradicionais de granito onde se fazem os seus melhores néctares.
A enóloga Ausenda Matos explicou à Lusa que as melhores uvas, dos 140 hectares de vinha da propriedade, são as escolhidas para colocar nos lagares, onde a primeira pisa está a cargo dos homens.
"Os homens entram no lagar durante cerca de três horas e, num passo militarizado, vão percorrendo toda a superfície até à fermentação do mosto", frisou.
O trabalho posterior fica entregue ao robô, uma espécie de pés mecânicos, que faz o restante trabalho até que o mosto é colocado nos tonéis de madeira antiga, onde o vinho fica a estagiar até ao Inverno.
Esta é já a vigésima vindima daquela enóloga na Quinta do Noval, que produz uma média de 500 a 600 pipas de vinho, anualmente.
Este ano foi, para Ausenda Matos, "difícil" por causa da irregularidade do clima, no entanto, considera que os vinhos estão a revelar "bons aromas, uma boa cor e estrutura".
A enóloga defende que, na primeira fase da pisa da uva, "é muito importante o pé e o calor humano", pois consegue-se "uma melhor maceração das uvas e uma melhor extracção dos taninos".
"Os melhores vinhos do Porto resultam do trabalho dos homens nos lagares", sublinhou.
Destacou como principais problemas da pisa a pé a falta de mão-de-obra, já que considera que se trata de um trabalho "duro e monótono".
Toda a produção dos 530 hectares de vinha que a RCV possui na Região Demarcada do Douro, espalhados pelas quintas das Carvalhas, Cidrô, Aciprestes, Casal da Granja e Síbio, é levada o centro de vinificação na Granja.
Cabe ao enólogo norte-americano Jerry Lupper separar as melhores uvas, que são levadas para os cinco lagares de granito, de onde saem os vinhos topo de gama da Real Companhia Velha.
"As uvas são especialmente seleccionadas para os lagares, onde os volumes são mais pequenos, há uma melhor extracção da cor e taninos, aromas e sabores da uva", sublinhou.
No entanto, Jerry Lupper diz que recorre ao homem para o primeiro corte, apenas porque esta é "fase mais difícil" em que as uvas têm que ser separadas do engaço.
A grande maioria das uvas são esmagadas, os vagos são separados do engaço e direccionadas, através de tubos, para as cubas de inox autovinificadoras, dentro das quais se processa a fermentação do vinho, que demora em média, para os tintos, cerca de uma semana.
Neste centro de vinificação, a RCV possui 36 cubas, duas das quais possuem robôs.
"Em todas as vasilhas, excepto nas automáticas, consegue-se controlar todo o processo de fermentação dos vinhos", salientou Lupper.
Os lagares de granito, ao longo dos últimos anos, foram perdendo importância, acabando mesmo a maioria por ser agora motivo de adorno.
No entanto, com o seu contributo para a produção de vinhos de qualidade e a maior procura turística estão a fazer com que as principais quintas durienses apostem na sua reabilitação.
Muitos são os turistas que, na época das vindimas, se deslocam à região para ver e participar nas lagaradas tradicionais.
Na região existem à volta de duas centenas de lagares normalmente rectangulares, havendo apenas dois redondos.
Este tipo de lagares remonta à época romana, povo que deixou na região vários vestígios de lagares e lagaretes.
Terça-feira, 9 de Out de 2007
Para reduzir os problemas da agricultura e a concorrência internacional os agricultores reclamam:
# Escoamento, a melhores preços à produção, para vinho, fruta, hortícolas, carne, leite e madeira;
# O pagamento das dívidas do Estado/Governo à lavoura e à CNA;
# Apoios especiais à floresta não industrial e aos baldios com respeito pelos direitos da população;
# Um Programa de Desenvolvimento Rural (2007-2013), com ajudas melhor distribuídas para apoiar as explorações agrícolas familiares e o mundo rural;
# Baixa dos custos das contribuições mensais para a Segurança Social;
# Governo não deve encerrar as escolas, os centros de saúde, as urgências,nas zonas agrárias e outros serviços públicos;
# Não às reformas das Organizações Comuns de Mercado do vinho e das frutas – hortícolas;
# Outra Política Agrícola Comum, com outras e melhores políticas agro-rurais, para melhor apoiar a agricultura familiar e o mundo rural.
Os problemas da agricultura nos países desenvolvidos
terça-feira, 2 de outubro de 2007
Diagnóstico de Situação Oeste
A área média das explorações agrícolas é muito baixa relativamente aos valores da Região e aos valores nacionais,(43%).Cerca de 40% dos agricultores da Região Oeste não tem habilitações literárias, verificando-se uma carência de mão-de-obra agrícola qualificada.











